O
nome deles são Bolsa-Família; Minha casa, minha vida; como denomina-se parte
dos programas sociais do governo petista, alguns por exemplo instaurados na
gestão anterior do mesmo governo. As medidas de corte tomadas são consequência
da atual situação econômica do país, causada pela má gestão e corrupção, além
disso muitas pessoas incluídas nesses programas não trabalham e outras possuem
rendas não condizentes com a realidade apresentada por elas. Dessa forma o
governo deve tomar medidas.
Em
primeira análise, grande parte dos cadastrados ao Bolsa-Família por exemplo não
trabalham e após o corte realizado iniciaram atividades remunerativas; segundo
os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do IBGE do último
trimestre do ano passado para o segundo trimestre deste ano, o número de
“trabalhadores familiares auxiliares” cresceu três vezes mais no Nordeste do
que nas outras regiões do país. Os que recebem aposentadoria rural, os
pescadores que recebem o seguro-defeso não podem mais receber o auxílio, tanto
é que desde maio o governo vem analisando dados do INSS e do Detran com o
objetivo de identificar quem possui bens incompatíveis com o teto de renda
permitido pelo programa.
Em
segunda análise, as medidas de corte tomadas são conseqüência da má gestão e da
corrupção, o governo teve de realizar estas medidas, além de aumentar os
impostos para tentar amenizar o rombo de desvios de dinheiro público até então
vistos, como por exemplo: na Operação Lava-Jato. De acordo com analistas,
ajustes superficiais não serão suficientes para recuperar o dinheiro perdido,
serão necessárias reformas profundas realizando uma renovação na Previdência e
os cortes que já estão sendo realizados.
Portanto,
as medidas de corte tomadas são consequência da atual situação econômica do
país, assim cabe ao governo criar postos de trabalho (ao invés de vários
programas sociais), ampliar a especialização destes trabalhadores nas áreas do
mercado que forem seguir e dar mais apoio a criação, instalação e funcionamento
de cooperativas agrícolas, essas medidas podem ser realizadas através de
palestras, oficinas e cursos semestrais duas vezes por ano, além de um
acompanhamento, supervisão e orientação para um melhor rendimento das
cooperativas e dos trabalhadores.
Aluno:Iago Oliveira Turma:211-I
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